Nota de Esclarecimento

A Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) informa que o Tribunal Regional do Trabalho concedeu liminar favorável a este órgão no mandado de segurança impetrado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), acerca do pagamento do 13° salário.

O Tribunal entendeu os fundamentos alegados pela FHS, a exemplo da grave crise econômica e financeira enfrentada pelo Estado.

Com a decisão, o TRT suspendeu a tutela antecipada que obrigava a FHS a pagar o 13° até a data de hoje, terça-feira, dia 20 de dezembro.

Os servidores podem contratar na íntegra a segunda parcela junto ao seu banco, via cash, internet ou, ainda, realizar a contratação na própria agência bancária.

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Fundação Hospitalar de Saúde divulga edital para Fisioterapeuta e Fonoaudiólogo

A Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) divulga Edital nº01/2016, referente à contratação emergencial de fisioterapeutas e fonoaudiólogos.

 

O Processo Seletivo Simplificado visa o provimento pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Serão 35 vagas para Fisioterapeuta (sendo 02 vagas para portadores de necessidades especiais) e 15 vagas para Fonoaudiólogo (sendo 01 vaga para portador de necessidade especiais).

 

As inscrições serão realizadas no Hospital de Urgências de Sergipe (HUSE), localizado à avenida Tancredo Neves, S/N, bairro Capucho, no 1º andar, ao lado do auditório, no período de 07 a 11 de novembro, das 08h às 18h.  

 

EDITAL

 

 

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Campanha para doadores de medula óssea atinge 419 cadastros

Por Rosângela Cruz  

altA ação do Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose) em parceria com a Faculdade Maurício de Nassau - unidade Aracaju resultou na coleta de 419 amostras durante a primeira campanha para o cadastro de medula óssea. Os novos voluntários serão inseridos no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome).

 

Toda a comunidade acadêmica se mobilizou em prol da campanha solidária. O diretor geral da instituição de ensino, Wagner Barreto Soares,  destacou a importância da faculdade abraçar a causa.

 

“Sempre nos colocamos à disposição para desenvolver as campanhas sociais. Fazemos vários eventos mensais. Essa parceria com o Hemocentro e o apoio da coordenação dos cursos de saúde com essa ação aqui é importante. Poder contribuir com esse tipo de atividade é gratificante e perceber o envolvimento de toda a nossa comunidade acadêmica em prol dessa ação solidária fortalece a todos que compõe”, frisou.

 

Marcos Aurélio Viana de Oliveira, acadêmico de Pedagogia, fez o cadastro por avaliar ser um gesto de amor ao próximo. “Precisamos de boas ações nesses tempos de dificuldades vivenciados por todos. Só em saber que posso ajudar uma pessoa que pode estar precisando, me sinto feliz”, ressaltou.

 

Doador de sangue, Ezequiel Oliveira Martins, que cursa Engenharia Mecânica decidiu preencher o cadastro durante a campanha na Faculdade Maurício de Nassau.

 

alt“Sempre vou ao Hemose ajudar com a doação, só não tinha feito ainda o cadastro. Hoje vi os colegas comentaram no grupo da campanha. Considero importante ajudar, por isso também decidi ser candidato a doador de medula óssea”, completou Ezequiel.

 

“Todas as pessoas devem se cadastrar, porque aumenta a chance de cura para pacientes em tratamento. Esse pequeno gesto para o paciente que espera um doador compatível será a diferença entre a vida e a morte. Ser um doador de medula óssea é um ato de solidariedade e amor ao próximo”, enfatizou Vitoria Marques, acadêmica de enfermagem.

 

Para a assistente social e gerente de Captação de Doadores do Hemose, Rozeli Dantas, a campanha superou as expectativas.

 

“A campanha foi de extrema valia para o hemocentro pelo fato de conseguirmos ter acesso a um público mais esclarecido em relação ao tema saúde. É bem mais fácil trabalhar com os estudantes, pois eles têm responsabilidade social e são potenciais propagadores do cadastro de medula”, avaliou.

Cipa: servidores da Fundação Hospitalar participam de ciclo de palestras sobre prevenção de acidentes

Por Luiza Sampaio 

alt“Noções Básicas de Primeiros Socorros” foi o primeiro tema de uma série de palestras que os servidores da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) vão participar durante um mês. A ação, promovida pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), tem o objetivo de desenvolver no servidor a consciência sobre a importância da prevenção de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais.

 

De acordo com o vice-presidente da Cipa, Guilherme Levita, que é analista administrativo da FHS, a cada semana o evento abordará temas relevantes para a saúde do trabalhador, difundindo um conhecimento que possa ultrapassar os limites da rotina de trabalho. 

 

“Queremos que essa seja uma experiência importante, não só na vida profissional de cada um, mas também na pessoal”, ressalta.

 

Já na primeira palestra ministrada pelo facilitador do Samu 192 Sergipe, Kelson Santos Rosário, que faz parte do Núcleo de Educação Permanente (NEP), os participantes aprenderam, entre outras coisas, a avaliar de forma primária uma vítima grave e a cena do acidente, principalmente no sentido de que o socorrista também tenha segurança e não se torne vítima também, e a diferença entre um desmaio e uma parada cardiorrespiratória,

 

“Os primeiros socorros podem ser necessários no ambiente de trabalho, mas também em casa ou na rua. Não se pode prever. Apenas com um nível básico de conhecimento, pode reconhecer a gravidade do ocorrido e quem está socorrendo pode salvar uma vida. Sem esquecer, é claro, do correto acionamento do serviço especializado, essencial para o atendimento”, enfatiza o palestrante.

 

altPara a procuradora da Fundação Hospitalar, Lívia Bezerra, a iniciativa da Cipa merece todo destaque. “Desde a escolha do tema à forma como ele foi tratado, a capacitação teve riqueza de informações passadas de maneira muito simples para quem assistiu. Estão todos de parabéns. Inclusive, gostaria muito de ter a oportunidade de participar das outras palestras, pois o conhecimento que adquirimos aqui pode fazer a diferença”, avalia.

 

Os próximos assuntos abordados no ciclo de palestras serão Infecções Sexualmente Transmissíveis, Saúde Mental e Segurança do Trabalho, Doação de Sangue e Medula Óssea e, por fim, a participação do Projeto Salve.

Avanços do Samu 192 Sergipe foram apresentados na reunião do Conselho Estadual de Saúde

Por Acácia Mérici

altAs atividades realizadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgências (Samu 192 Sergipe) foi umas das pautas de mais uma reunião do Conselho Estadual de Saúde (CES) nesta terça-feira, 27. A superintendente Lúcia Santos fez um balanço do serviço.

 

O Samu 192 Sergipe representa a garantia da assistência qualificada e na prestação de socorro em casos de urgência e de emergência, sendo fundamental no atendimento pré-hospitalar em casos de acidentes de trânsito, problemas cardiorrespiratórios, intoxicação, crises convulsivas, acidente vascular cerebral (AVC), acidentes com produtos perigosos, etc.

 

“Ao ligar para o 192, o solicitante informa ao Técnico Auxiliar de Regulação Médica (Tarm) dados básicos como nome, endereço, ponto de referência e o tipo de ocorrência. A ligação é encaminhada ao médico regulador, que identifica a necessidade do paciente, faz a orientação médica e define a necessidade do envio de motolância, Unidade de Suporte Básico (USB) ou Avançado (USA) ao local solicitado. A orientação médica é de extrema importância na assistência”, esclareceu a gestora. 

 

Na última semana, o Samu recebeu 1.654 solicitações de envio. Foram 744 atendimentos por Unidades de Suporte Básico, 197 por Unidades de Suporte Avançado e 29 por motolâncias. Foram prestadas 72 orientações médicas por telefone. Lúcia Santos abordou que o tempo-resposta é fundamental para o rápido encaminhamento do paciente até a unidade que atenda ao seu prognóstico e destacou que o Samu é vinculado à Central de Regulação das Urgências (CRU), que funciona dentro do Complexo Regulatório Estadual.

 

“A CRU realiza a regulação pré-hospitalar móvel e o deslocamento até a unidade hospitalar mais indicada ao atendimento ao paciente, de acordo com a classificação de risco, monitorando toda a Rede Hospitalar Estadual de Saúde. O Samu é um pilar importante para o atendimento emergencial à saúde da população”, complementou. 

 

Ainda de acordo com a superintendente, “a CRU tem relação intrínseca com todos os serviços de urgência do Estado (públicos e filantrópicos), por meio dos Núcleos Internos de Regulação (NIR), para estabelecer critérios e definir estratégias de funcionamento da Rede de Urgência e Emergência, gerando status qualitativos e quantitativos para a garantia de acesso dos pacientes atendidos pelo Samu”.

 

altO Samu Sergipe conta com 48 equipes assistenciais, 59 veículos (43 USB e 16 USA). Na CRU, a sala de atendimento conta com médicos reguladores, enfermeiros, TARMs, Rádio Operadores e dois telões onde os profissionais acompanham a capacidade instalada e a resolutividade de toda Rede Hospitalar.

 

São 37 bases descentralizadas que garantem a cobertura aos 75 municípios sergipano, garantindo os atendimentos com tempo resposta adequado e respeitando a ordenação dos fluxos das urgências. 

 

“Mesmo que uma cidade não tenha base descentralizada e for identificada a necessidade do envio de uma ambulância à demanda solicitada, o Serviço encaminhará aquela mais próxima, com o menor tempo resposta possível para o atendimento. Toda população sergipana é assistida”, reforçou.

 

Os trotes ainda são os maiores vilões do Samu. Para se ter uma ideia, das 108 mil ligações recebidas no primeiro semestre deste ano, cerca de 28 mil foram trotes. Na última semana, o Samu recebeu 1468 trotes. 

 

“Os trotes geram prejuízos ao serviço financeiros, físicos e financeiros. A linha fica ocupada desnecessariamente, a ambulância é deslocada para um atendimento que não existe, consumindo combustível, gerando desgaste no equipamento e submetendo a equipe a possíveis situações de risco”, comentou Lúcia Santos. 

 

Projeto Salve

 

Ainda na reunião do CES, o gerente do Núcleo de Educação de Permanente do Samu Sergipe, Ronei Barbosa, apresentou o ‘Projeto Salve – Corrente de Assistência à Vida’. A iniciativa é uma parceira da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Samu 192 Sergipe, Corpo de Bombeiros de Sergipe (Cobom), Sociedade Médica de Sergipe (Somese) e a Cooperativa dos Anestesiologistas de Sergipe (Coopanest-SE) e tem como objetivo capacitar e estimular a população a identificar imediatamente casos de Parada Cardiorrespiratória e iniciar os primeiros procedimentos para ressuscitação cardiopulmonar.

 

“O foco do Salve é garantir que todo cidadão que sofra uma parada seja identificado rapidamente e que as medidas sejam eficazes até a chegada do serviço especializado ao local. Queremos orientar a população para que, em qualquer lugar de Sergipe, se uma pessoa tiver uma parada cardíaca, possa ser socorrida imediatamente por quem estiver ao seu lado”, enfatiza. 

 

O Projeto Salve levará gratuitamente palestras às escolas, órgãos, empresas, locais com grande público. “Além disso, também ensinamos a população a diferenciar os serviços do Samu  (número 192) e do Bombeiro (número 193)”, destacou.

 

Outras pautas

 

A reunião do CES contou, também, com a discussão de outras pautas como orçamento e planejamento para o ano de 2017, apresentação do relatório da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (feita pelo superintendente Luis Eduardo Correia), relatório da Comissão de Educação Permanente, entre outros assuntos.